A maioria dos loteamentos de praia vive o problema da sazonalidade: lota em janeiro e no feriado, e fica vazio o resto do ano. O Vila do Morro ataca isso de frente, com três decisões de projeto.
Juntas, essas três peças criam demanda fora da alta estação — e é a ocupação fora da alta estação que define a rentabilidade real de um imóvel de praia.
O Vila do Morro vai contar com uma empresa parceira para gerir o aluguel por temporada dos proprietários. Quem compra não precisa montar operação própria nem depender de plataformas.
O sistema SKZ 2.0, com torres de 9 metros e motor trifásico, forma um circuito praticável de cerca de 170 metros sobre a lagoa maior. Dois kickers médios favorecem os saltos e o box transition curb em formato de onda garante deslizes longos.
Para o investidor, o que isso significa é simples: um motivo para o hóspede escolher o Vila do Morro em vez de qualquer outra casa da Taíba — e para voltar.
Sim. O empreendimento terá uma empresa parceira para gerir o aluguel por temporada, com recepção exclusiva, entrega e recolhimento de chaves, suporte durante a estadia, lavanderia e depósito de apoio.
Três peças de projeto: o coworking, que prolonga a estadia de nômades digitais e atletas; o cable park, que mantém o esporte nos dias sem vento; e a cafeteria, que dá movimento à fachada o ano inteiro.
Não. A gestão fica com a empresa parceira do empreendimento, e o proprietário não precisa montar operação própria.
Os lotes partem de 238 m², num terreno total de 20 hectares com 298 unidades.
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